O Exército já é a maior empreiteira do país com 12 mil soldados atuando em obras que vão desde a transposição do Rio São Francisco até a duplicação da BR 101.
Às Forças Armadas couberam planejar e coordenar a segurança pública durante a Copa do Mundo de 2014 e agora durante os Jogos Olímpicos. Assumimos a ocupação e a fase inicial do processo de pacificação de comunidades dominadas pelo tráfico no Rio de Janeiro. Anualmente recebemos milhares de jovens de 19 anos e procuramos transmitir a eles valores hoje tão escassos na sociedade, em especial o que significa "servir".
Graças aos nossos programas de apoio a atletas de alto rendimento, 1/3 dos atletas brasileiros competidores nos Jogos Olímpicos são militares (ganham eles com o patrocínio e apoio em passagens, estrutura adequada de treinamento, complementação alimentar, apoio esse que nenhum outro órgão público ou privado resolveu dar, ganhamos nós com o salto de qualidade no desenvolvimento da atividade desportiva militar). Praticamente todas as medalhas conquistadas pelo Brasil nos Jogos, foram de militares.
Tudo isso porque é fácil apoiar o atleta pronto? Não! Porque se assim fosse não teríamos em nossos quartéis o Programa Força no Esporte, que beneficia hoje aproximadamente 21 mil crianças de baixa renda, incluindo as mesmas através do esporte dentro do quartel, e de quebra transmitindo para elas valores morais que cultuamos como sagrados. Dentro das escolas militares atletas são incentivados, treinados, apoiados. Treinadores civis são contratados. No Nordeste entregamos água para o brasileiro sofrido.
Na Amazônia Brasileira procuramos diminuir o vazio deixado pelo Estado, levamos o médico na porta do ribeirinho, preservamos a soberania nacional e ainda lançamos fibra ótica nas calhas dos rios, na nossa eterna luta de integrar e desenvolver aquela região.
Meu amigo, já teve intervenção militar e você nem notou!!!
sábado, 20 de agosto de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Escolas militares: o gemido dos medíocres
Opinião
15/08/2015
Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras
Paulo André Chenso
O Colégio Militar foi criado por D. Pedro 2º em 1889, e mantido pela República. Durante 126 anos nunca se viu qualquer comentário sobre essas escolas. De repente, descobriram o filão – e como o descobriram? Simples, as escolas militares encabeçam a lista dos melhores desempenhos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e isso, parece, incomodou alguns setores da nossa "educação civil".
É como se o sucesso dos colégios militares causasse inveja aos colégios civis. São 12 colégios do Exército e 93 da Polícia Militar, com um total de mais de 30 mil alunos atendidos. Bastou aparecer na mídia o brilhante desempenho e já emergiram de suas tocas os pseudopedagogos de beira de estrada para criticar o sistema de ensino dos colégios militares.
Na reportagem da Folha de São Paulo (12/8) afirma-se: o Colégio Militar "padroniza comportamentos", "inibe o questionamento" e "impede criar perspectiva de construção de identidade". Se durante mais de 100 anos foi assim, os colégios militares formaram uma multidão de alienados – que, no entanto, estão dando um show de desempenho. É, realmente, paradoxal.
Sou professor há 42 anos e acompanhei gerações de alunos do nível médio, e assisti, com imensa tristeza, a deterioração do comportamento, o desinteresse, o aumento da violência, a impossibilidade de se aplicar disciplina mais rigorosa, e necessária, pois, hoje, o aluno já sabe, previamente, que não importa o que aconteça, ele será aprovado. Vi professores sendo agredidos, desrespeitados, às vezes humilhados, e por que não, abandonados pelos próprios órgãos que lhes deveriam dar apoio, como é o caso dos núcleos de ensino, com pareceres quase sempre favoráveis ao aluno.
Ora, vendo tudo isso ao longo dos anos, a contínua corrupção (e corrosão) do ensino, com facilitações que chegam às raias do absurdo para justificar, alhures, que aqui não há repetências, e encerramos cada ano com alunos cada vez menos preparados. Como concordar? Alunos do nível médio que escrevem Brasil com z! Que nunca leem nada além de ridículos livrecos empurrados pelas grandes editoras - há um enorme contingente de alunos que chegam ao terceiro colegial sem ter lido um único autor clássico brasileiro. É uma vergonha!
E agora vem a mídia e seus "especialistas" em educação tecer críticas ao único sistema, hoje, que atua na educação do jovem de forma global e completa. Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras como se fossem os arautos da melhor educação. Se fossem, o ensino não estaria essa tragédia. Sem contar o desinteresse absoluto do Estado, o mísero investimento feito pelo poder público. O verdadeiro abandono das nossas escolas. Dispensa comentários.
Não vi entrevistas com os alunos, nem com os pais. Vi declarações, sim, de pessoas que parecem ignorar a real situação de nossas escolas. Ninguém mencionou na imprensa se os milhares de alunos desses colégios militares gostam ou não. É explícito nos regulamentos: caso o aluno não se adapte à disciplina militar, é imediatamente transferido para colégios civis.
Ninguém é obrigado a estudar lá. E mais, para estudar nesses colégios, participa-se de um concurso na qual a média de candidatos chega a 22 mil! Será que é mesmo tão ruim, ou são nossos "pedagogos" que estão impregnados com as ideias "supermodernas" introduzidas na educação brasileira nos últimos anos?
PAULO ANDRÉ CHENSO é médico e professor em Londrina
15/08/2015
Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras
Paulo André Chenso
O Colégio Militar foi criado por D. Pedro 2º em 1889, e mantido pela República. Durante 126 anos nunca se viu qualquer comentário sobre essas escolas. De repente, descobriram o filão – e como o descobriram? Simples, as escolas militares encabeçam a lista dos melhores desempenhos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e isso, parece, incomodou alguns setores da nossa "educação civil".
É como se o sucesso dos colégios militares causasse inveja aos colégios civis. São 12 colégios do Exército e 93 da Polícia Militar, com um total de mais de 30 mil alunos atendidos. Bastou aparecer na mídia o brilhante desempenho e já emergiram de suas tocas os pseudopedagogos de beira de estrada para criticar o sistema de ensino dos colégios militares.
Na reportagem da Folha de São Paulo (12/8) afirma-se: o Colégio Militar "padroniza comportamentos", "inibe o questionamento" e "impede criar perspectiva de construção de identidade". Se durante mais de 100 anos foi assim, os colégios militares formaram uma multidão de alienados – que, no entanto, estão dando um show de desempenho. É, realmente, paradoxal.
Sou professor há 42 anos e acompanhei gerações de alunos do nível médio, e assisti, com imensa tristeza, a deterioração do comportamento, o desinteresse, o aumento da violência, a impossibilidade de se aplicar disciplina mais rigorosa, e necessária, pois, hoje, o aluno já sabe, previamente, que não importa o que aconteça, ele será aprovado. Vi professores sendo agredidos, desrespeitados, às vezes humilhados, e por que não, abandonados pelos próprios órgãos que lhes deveriam dar apoio, como é o caso dos núcleos de ensino, com pareceres quase sempre favoráveis ao aluno.
Ora, vendo tudo isso ao longo dos anos, a contínua corrupção (e corrosão) do ensino, com facilitações que chegam às raias do absurdo para justificar, alhures, que aqui não há repetências, e encerramos cada ano com alunos cada vez menos preparados. Como concordar? Alunos do nível médio que escrevem Brasil com z! Que nunca leem nada além de ridículos livrecos empurrados pelas grandes editoras - há um enorme contingente de alunos que chegam ao terceiro colegial sem ter lido um único autor clássico brasileiro. É uma vergonha!
E agora vem a mídia e seus "especialistas" em educação tecer críticas ao único sistema, hoje, que atua na educação do jovem de forma global e completa. Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras como se fossem os arautos da melhor educação. Se fossem, o ensino não estaria essa tragédia. Sem contar o desinteresse absoluto do Estado, o mísero investimento feito pelo poder público. O verdadeiro abandono das nossas escolas. Dispensa comentários.
Não vi entrevistas com os alunos, nem com os pais. Vi declarações, sim, de pessoas que parecem ignorar a real situação de nossas escolas. Ninguém mencionou na imprensa se os milhares de alunos desses colégios militares gostam ou não. É explícito nos regulamentos: caso o aluno não se adapte à disciplina militar, é imediatamente transferido para colégios civis.
Ninguém é obrigado a estudar lá. E mais, para estudar nesses colégios, participa-se de um concurso na qual a média de candidatos chega a 22 mil! Será que é mesmo tão ruim, ou são nossos "pedagogos" que estão impregnados com as ideias "supermodernas" introduzidas na educação brasileira nos últimos anos?
PAULO ANDRÉ CHENSO é médico e professor em Londrina
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Estado de Direito não deve permitir a exibição pública de mulheres-múmias - JOÃO PEREIRA COUTINHO
FOLHA DE SP - 16/08
1. Caminho pelo centro de Londres. Várias mulheres de burca passam por mim. Como sempre, sinto desconforto físico e moral.
Essas coisas não se sentem, dizem. Nem se escrevem. Que direito tenho eu de impor um código de vestuário sobre terceiros?
Admito: nenhum. Mas quando vejo uma mulher transformada em múmia, não penso em mim. Penso nela. Aquilo é uma escolha pessoal? Ou, na esmagadora maioria dos casos, uma forma de submissão ao poder masculino?
As mulheres caminham integralmente cobertas, repito. Mas o homem avança na frente, expressão pública e visível do lugar que a mulher ocupa na hierarquia dos sexos.
É também por isso que concordo com a proibição de burcas ou véus integrais no espaço público europeu –já acontece na França; há debate na Alemanha. Primeiro, porque é uma forma de respeito pelos outros: viver nas sociedades ocidentais significa partilhar um código mínimo de valores ou comportamentos.
E, como já escrevi nesta Folha, se eu não ando nu pelas ruas (apesar da minha costela panteísta), agradeço que os outros não andem tapados da cabeça aos pés.
Mas a proibição é também uma forma de respeito pelas mulheres. Excetuando casos extremos, defendo que o Estado não entre na casa dos cidadãos. Que o mesmo é dizer: se uma mulher deseja estar integralmente vestida ou despida entre quatro paredes, problema dela.
Coisa diferente é falar do mundo que existe fora das quatro paredes.
Será que um Estado de Direito deve permitir a exibição pública de uma mulher encerrada em presídios de tecido? Ou deve declarar, em alto e bom som, que não há qualquer tolerância para essas manifestações de brutalidade masculina?
Claro que alguns crentes afirmam o oposto: brutalidade é remover a burca e o véu integral sem respeitar "culturas diferentes". Engraçado: eu julgava que a violência sobre as mulheres não era uma "cultura" digna de respeito entre pessoas civilizadas.
E, já agora, relembro aos multiculturalistas que o Ocidente também é uma "cultura diferente". Por que motivo a "tolerância" perante a diferença se aplica aos outros –mas não a nós?
Seja como for, só posso aconselhar às brigadas a leitura da história que o "Daily Telegraph" publica sobre a libertação da cidade síria de Manbij.
Foram dois anos sob as garras do chamado "Estado Islâmico". A libertação chegou com as tropas americanas. E quando as mulheres viram os soldados entrarem na cidade, o que fizeram? Rasgaram as burcas e, para festejar, fumaram cigarros.
Admito que essas duas ações –rasgar burcas, fumar cigarros– possam ofender multiculturalistas e higienistas em partes iguais. Mas quando vejo uma mulher de burca nas ruas de Londres, é também essa a minha vontade: convidá-la a sair da masmorra e oferecer-lhe um cigarro para comemorar.
2. Estreou no Brasil "Amor & Amizade", o mais recente filme de Whit Stillman. Prometo escrever em breve sobre o assunto. Merece. Primeiro, porque Stillman filma pouco mas filma barbaramente bem (conheci-o com "Metropolitan" e virei cliente). Depois, porque o diretor pegou uma novela "menor" de Jane Austen ("Lady Susan") e acertou no essencial: a cínica misoginia de Jane Austen.
Essa verdade não cai bem em certas fãs da escritora, que veem em Austen uma espécie de feminista "avant la lettre". Não era. Os homens, na prosa dela, podem ser tontos ou vulgares. Mas as mulheres, exceções à parte, são retratadas como seres gananciosos ou reptilianos. Só uma mulher poderia escrever assim sobre as outras mulheres.
E o que é válido para a literatura, é válido para o desporto. Leio na "The Economist" que a Universidade Harvard estudou "padrões de reconciliação" entre homens vs. homens e mulheres vs. mulheres depois de jogos "confrontacionais" (tênis, ping-pong, badminton, boxe).
Conclusão: quando o confronto termina, os homens têm mais contato físico (cumprimentos, abraços, palmadas nas costas etc.) do que as mulheres. As donzelas, com má cara, despacham o assunto rapidamente.
Como explicar a diferença? Os antropólogos de Harvard não sabem. Um pouco de Jane Austen talvez fosse útil para eles. Da minha parte, prometo apenas que vou prestar mais atenção aos Jogos do Rio. Só para confirmar se a "guerra dos sexos" é samba de uma nota só.
1. Caminho pelo centro de Londres. Várias mulheres de burca passam por mim. Como sempre, sinto desconforto físico e moral.
Essas coisas não se sentem, dizem. Nem se escrevem. Que direito tenho eu de impor um código de vestuário sobre terceiros?
Admito: nenhum. Mas quando vejo uma mulher transformada em múmia, não penso em mim. Penso nela. Aquilo é uma escolha pessoal? Ou, na esmagadora maioria dos casos, uma forma de submissão ao poder masculino?
As mulheres caminham integralmente cobertas, repito. Mas o homem avança na frente, expressão pública e visível do lugar que a mulher ocupa na hierarquia dos sexos.
É também por isso que concordo com a proibição de burcas ou véus integrais no espaço público europeu –já acontece na França; há debate na Alemanha. Primeiro, porque é uma forma de respeito pelos outros: viver nas sociedades ocidentais significa partilhar um código mínimo de valores ou comportamentos.
E, como já escrevi nesta Folha, se eu não ando nu pelas ruas (apesar da minha costela panteísta), agradeço que os outros não andem tapados da cabeça aos pés.
Mas a proibição é também uma forma de respeito pelas mulheres. Excetuando casos extremos, defendo que o Estado não entre na casa dos cidadãos. Que o mesmo é dizer: se uma mulher deseja estar integralmente vestida ou despida entre quatro paredes, problema dela.
Coisa diferente é falar do mundo que existe fora das quatro paredes.
Será que um Estado de Direito deve permitir a exibição pública de uma mulher encerrada em presídios de tecido? Ou deve declarar, em alto e bom som, que não há qualquer tolerância para essas manifestações de brutalidade masculina?
Claro que alguns crentes afirmam o oposto: brutalidade é remover a burca e o véu integral sem respeitar "culturas diferentes". Engraçado: eu julgava que a violência sobre as mulheres não era uma "cultura" digna de respeito entre pessoas civilizadas.
E, já agora, relembro aos multiculturalistas que o Ocidente também é uma "cultura diferente". Por que motivo a "tolerância" perante a diferença se aplica aos outros –mas não a nós?
Seja como for, só posso aconselhar às brigadas a leitura da história que o "Daily Telegraph" publica sobre a libertação da cidade síria de Manbij.
Foram dois anos sob as garras do chamado "Estado Islâmico". A libertação chegou com as tropas americanas. E quando as mulheres viram os soldados entrarem na cidade, o que fizeram? Rasgaram as burcas e, para festejar, fumaram cigarros.
Admito que essas duas ações –rasgar burcas, fumar cigarros– possam ofender multiculturalistas e higienistas em partes iguais. Mas quando vejo uma mulher de burca nas ruas de Londres, é também essa a minha vontade: convidá-la a sair da masmorra e oferecer-lhe um cigarro para comemorar.
2. Estreou no Brasil "Amor & Amizade", o mais recente filme de Whit Stillman. Prometo escrever em breve sobre o assunto. Merece. Primeiro, porque Stillman filma pouco mas filma barbaramente bem (conheci-o com "Metropolitan" e virei cliente). Depois, porque o diretor pegou uma novela "menor" de Jane Austen ("Lady Susan") e acertou no essencial: a cínica misoginia de Jane Austen.
Essa verdade não cai bem em certas fãs da escritora, que veem em Austen uma espécie de feminista "avant la lettre". Não era. Os homens, na prosa dela, podem ser tontos ou vulgares. Mas as mulheres, exceções à parte, são retratadas como seres gananciosos ou reptilianos. Só uma mulher poderia escrever assim sobre as outras mulheres.
E o que é válido para a literatura, é válido para o desporto. Leio na "The Economist" que a Universidade Harvard estudou "padrões de reconciliação" entre homens vs. homens e mulheres vs. mulheres depois de jogos "confrontacionais" (tênis, ping-pong, badminton, boxe).
Conclusão: quando o confronto termina, os homens têm mais contato físico (cumprimentos, abraços, palmadas nas costas etc.) do que as mulheres. As donzelas, com má cara, despacham o assunto rapidamente.
Como explicar a diferença? Os antropólogos de Harvard não sabem. Um pouco de Jane Austen talvez fosse útil para eles. Da minha parte, prometo apenas que vou prestar mais atenção aos Jogos do Rio. Só para confirmar se a "guerra dos sexos" é samba de uma nota só.
Imprensa incentiva homossexualismo?
VERGONHA!!!
Por que a imprensa usa pesos e medidas tão diferentes para casos tão semelhantes?
A mesma imprensa que celebrou o pedido de casamento lésbico questiona o do casamento hétero
Enya aproveitou que vivia na Rio 2016 um momento único em sua vida para declarar seu amor por Cerullo, pedindo a namorada em casamento. É basicamente a mesma situação vivida por Qin Kai quando, menos de uma semana depois, fez a mesma proposta a He Zi. Mas basta olhar para os screenshots abaixo para comprovar que a imprensa deu tratamento tão distinto a casos tão semelhantes.
Enquanto celebrou como uma comovente história de amor o pedido envolvendo o casal lésbico, questionou se o homem do casal hétero não estava se aproveitando da situação para constranger a agora noiva dele. Deixando no ar uma questão ainda mais inquietante: por que a imprensa se permite pesos e medidas tão distintos mesmo num intervalo tão curto de tempo?
imprensa
O primeiro caso ocorreu em 9 de agosto. O segundo, menos de uma semana depois. O primeiro texto não traz autoria, enquanto o segundo é assinado por um jornalista da BBC internacional. Contudo, por mais que as notícias estejam publicadas na BBC Brasil, foram replicadas em vários outros veículos, por vezes com a mesma tradução.
O episódio fortalece a suspeita de que a imprensa está tomada por militantes políticos, quase todos eles de esquerda, que se aproveitam do noticiário para venderem suas causas.
E que isso não é uma particularidade brasileira. O que, claro, apenas piora tudo.
Por que a imprensa usa pesos e medidas tão diferentes para casos tão semelhantes?
A mesma imprensa que celebrou o pedido de casamento lésbico questiona o do casamento hétero
Enya aproveitou que vivia na Rio 2016 um momento único em sua vida para declarar seu amor por Cerullo, pedindo a namorada em casamento. É basicamente a mesma situação vivida por Qin Kai quando, menos de uma semana depois, fez a mesma proposta a He Zi. Mas basta olhar para os screenshots abaixo para comprovar que a imprensa deu tratamento tão distinto a casos tão semelhantes.
Enquanto celebrou como uma comovente história de amor o pedido envolvendo o casal lésbico, questionou se o homem do casal hétero não estava se aproveitando da situação para constranger a agora noiva dele. Deixando no ar uma questão ainda mais inquietante: por que a imprensa se permite pesos e medidas tão distintos mesmo num intervalo tão curto de tempo?
imprensa
O primeiro caso ocorreu em 9 de agosto. O segundo, menos de uma semana depois. O primeiro texto não traz autoria, enquanto o segundo é assinado por um jornalista da BBC internacional. Contudo, por mais que as notícias estejam publicadas na BBC Brasil, foram replicadas em vários outros veículos, por vezes com a mesma tradução.
O episódio fortalece a suspeita de que a imprensa está tomada por militantes políticos, quase todos eles de esquerda, que se aproveitam do noticiário para venderem suas causas.
E que isso não é uma particularidade brasileira. O que, claro, apenas piora tudo.
Alexandre Garcia: total de mortes no regime militar são “3 dias de assassinatos no Brasil de hoje”
O jornalista fez um relato inusitado e corajoso sobre a ditadura no Brasil. Em geral, jornalistas da chamada “grande mídia” preferem não mexer nesse vespeiro; sobretudo, não não da forma como ele fez.
Recentemente, bem recentemente mesmo, o jornalista global foi atacado por uma tal Associação Nacional dos Professores de História e a resposta simplesmente humilhou os “docentes”.
E agora, com bem mais polêmica, ele revisita o período militar. Mas resolveu, ao contrário de praticamente toda análise publicada na imprensa “mainstream”, abordar algumas particularidades quase nunca abordadas.
Ele começa desmentindo a lorota de que seria porta-voz do presidente Figueiredo. Mas, em seguida, surgem trechos realmente corajosos e de certa forma inéditos entre os analistas de maior alcance.
Confiram os trechos mais polêmicos:
“História e verdade (…) Se levassem História a sério veriam que (o porta-voz de Figueiredo) se chamava Saïd Farhat, que foi demitido, entrando em seu lugar o embaixador Carlos Átila.
Durante 18 meses fui literalmente o sub do sub, porque abaixo de Farhat, Ministro e portavoz, havia um secretário de imprensa e eu era subsecretário para a imprensa nacional. A raiva deles deve vir do seguinte: na edição de domingo, 17 de agosto de 1980, eu dei entrevista ao Correio do Povo, que era o jornal mais importante do Rio Grande do Sul, revelando que a sucessão de Figueiredo seria civil. O título da entrevista, com chamada na primeira página, foi O Sucesssor de Figueiredo será Civil. A revelação repercutiu no dia seguinte em todos os grandes jornais do país.
A raiva deles é que isso derruba no chão a tese de que foram eles que acabaram com o governo militar, por meio do movimento “diretas já”. Ora, esse movimento só apareceu quase três anos depois do meu anúncio (…) Disseram que lutaram pela democracia. Com bombas, sequestros, assaltos, execuções. Fui assaltado no Banco do Brasil em Viamão, pela Vanguarda Armada Revolucionária, quando era estudante de jornalismo.
Na luta armada, que durou menos de dez anos, morreram 364 ativistas, segundo o livro Dos Filhos Deste Solo, do Ministro de Direitos Humanos de Lula, Nilmário Miranda, ele próprio um dos que lutaram contra o governo. Somando-se aos que foram mortos pela esquerda armada, chega-se a um total inferior a 500 vítimas em 20 anos.
Isso equivale a três dias de assassinatos no Brasil de hoje. Pelo que contam alguns professores, a verdade está anos-luz à frente da versão ideológica. São dados para fazer voltar a realidade da História recente. Que os jovens talvez desconheçam, porque receberam informações mirabolantes de alguns professores (…) tenho a honra de ser reservista do Exército Brasileiro, onde aprendi a aprofundar minha formação de casa, de amor à Pátria, honradez, disciplina, respeito aos outros, às leis e à ordem.” (grifos nossos; a íntegra está em sua página oficial)
Uma aula, portanto.
E, claro, a militância de esquerda distorcerá ao máximo tudo isso. Mas, também é claro, aqui estaremos para corrigir a verdade sempre que eles tentarem fazer passar a mentira.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
E não é que choveu mesmo...
Alegrai-vos Cidadãos de bem, cidadãos da nossa amada Capital da República Federativa do Brasil.
Alegrai-vos, pois nós, Cidadãos de bem, lhes trazemos as boas novas! Existe um Deus Vivo e Justo vivendo entre nós! e ele está aqui, agora, em sua onipresença, nos acordando...
Alegrai-vos Cidadãos de bem, onde a justiça reside em vossos corações, pois nosso cerrado começou a ficar mais verde. Isso significa que a seca está terminando e a vida, se renovando mais cedo esse ano...
Alegrai-vos Cidadãos de bem, pois nossos pássaros já estão cantarolando, mais felizes do que nunca...
Alegrai-vos Cidadãos de bem, pois nós, Cidadãos de bem, que temos um Deus Justo em nossos corações, sabemos que as primeiras chuvas lavam a poeira avermelhada que estavam acumuladas em nossas casas, em nossas ruas, em nossas praças....
Vai começar a explosão da vida!por isso, Cidadãos de bem, alegrai-vos. É a renovação das nossas esperanças em vivermos em um mundo justo, governado pelo nosso Deus vivo!
Senhor Governador, nós, Cidadãos de bem, que somos os instrumentos do Deus vivo e justo, já sabíamos que a chuva viria mais cedo...
Por isso Senhor Governador, nós, Cidadãos de bem, nos colocamos de joelhos a suplicar...
Nós Cidadãos de bem, que sabemos ouvir as vontades do Deus Criador, plantamos a sementinha da justiça em vosso coração.
Com as chuvas Senhor Governador, essa sementinha irá germinar...
A chuva Senhor Governador, representa, para nós, Cidadãos de bem, o amor do Deus vivo em forma de água...
Será um processo longo e doloroso..., mas não tenha medo Senhor Governador, pois essa sementinha se tornará uma linda árvore cujos frutos alimentarão os famintos por justiça.
Não se desespere Senhor Governador, nós, Cidadãos de bem, já passamos por esse processo um dia, e sabemos que é muito doloroso....
Não se desespere Senhor governador, enquanto essa plantinha for crescendo, vossos egoísmo e vaidades secarão...
Não se desespere Senhor Governador, nós, Cidadãos de bem, sabemos o quanto é doloroso reconhecer as atrocidades que somos capazes de fazer quando estamos entorpecidos pela vaidade, pelo ódio e pelo egoísmo da segregação...
Mas a sementinha já foi regada com muito amor Senhor Governador...
E não se assuste também, Senhor Governador, pois nós, Cidadãos de bem, que somos verdadeiros, faremos cair por terra todas as mentiras proferidas pelos os que não são Cidadãos de bem..
Senhor Governador, quando a árvore plantado em seu coração der frutos, o senhor se tornará um Cidadão de bem. Tomará consciência de suas atitudes indignas e verás o quanto esse processo é doloroso...
Será nesse momento Senhor Governador, quando o Senhor se tornar um Cidadão de bem, é que o senhor terá que se perdoar..., será, realmente, muito doloroso...
Amanhã, nós, Cidadãos de bem, sabemos que os policiais civis do DF , que são Cidadãos de bem, entregarão as chefias.
Nós, Cidadãos de bem, sabemos que essa atitude, somente nós, Cidadãos de bem, justos e honrados, somos capazes...
Nós Cidadãos de bem, que pagamos os nossos impostos, que fomos, somos e iremos ser vítimas da violência desenfreada, estaremos ombreados com os Senhores.
Nós Cidadãos de bem, que não somos bobos, sabemos que esse desmonte da PCDF será a verdadeira Disneylândia, um grande parque da corrupção e do caos... Onde somente os que NÃO são Cidadãos de bem, se divertirão. Será uma festa com nossos impostos, com nossos bens e com nossas vidas...
Mas nós, Cidadãos de bem, que temos um Deus vivo nos instruindo, estaremos ombreados com os Senhores, Nobres Policiais!
Ass. Cidadãos de bem
Alegrai-vos Cidadãos de bem, o Deus vivo, nos chamam! Sejamos nós, Cidadãos de bem, o instrumento da justiça do nosso Deus Vivo!
juntos somos fortes👊🏽👊🏽👊🏽
Juntos, somos, nós, Cidadãos de bem, a representação do amor de Deus aqui na terra!
Nós, Cidadãos de bem, juntos, construiremos uma grande nação ! 🙌🏻🙌🏻🙌🏻
Aguardem, já começou...
Associação Americana de Pediatras fulmina ideologia de gênero
Grupo de médicos dos EUA emite declaração explicando, cientificamente, por que ideologia de gênero é nociva para as crianças.

Uma associação de pediatras dos Estados Unidos declarou, no último dia 21 de março, através de seu site na Internet, que "a ideologia de gênero é nociva às crianças" e que "todos nascemos com um sexo biológico", sendo os fatos, e não uma ideologia, que determinam a realidade.
A declaração da American College of Pediatricians expõe 8 razões para os "educadores e legisladores rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem" a teoria de gênero. A iniciativa dos médicos se soma a inúmeras outras, provindas das mais diversas áreas de informação, para conter o que o Papa Francisco chamou de "colonização ideológica". Em 2010, por exemplo, um importante documentário conseguiu desmontar, pelo menos em parte, a estrutura universitária que financiava essa ideologia na Noruega. O programa trouxe o parecer de vários especialistas, dos mais diversos campos científicos, que expuseram a farsa da teoria de gênero.
Agora, a medicina vem respaldar mais uma vez a verdade sobre a família.
A íntegra da nota escrita pelos pediatras norte-americanos pode ser lida a seguir.
A Associação Americana de Pediatras urge educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. Fatos, não ideologia, determinam a realidade.
1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: "XY" e "XX" são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento de nossa espécie. Esse princípio é auto-evidente. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.
2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como "se sentindo do sexo oposto" ou "em algum lugar entre os dois sexos" não compreendem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.
3. A crença de uma pessoa, que ele ou ela é algo que não é, trata-se, na melhor das hipóteses, de um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, um problema psicológico objetivo existe, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.
4. A puberdade não é uma doença e hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.
5. De acordo com o DSM-V, cerca de 98% de meninos e 88% de meninas confusas com o próprio gênero aceitam seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade.
6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados com riscos à saúde, inclusive, mas não apenas, aumento da pressão arterial, formação de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer.
7. Taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países mais afirmativos em relação aos LGBQT. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar jovens crianças a este destino, sabendo que após a puberdade cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade e atingindo um estado de saúde física e mental?
8. Condicionar crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil. Endossar discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às "clínicas de gênero", onde lhes serão dados medicamentos bloqueadores da puberdade. Isso, por sua vez, praticamente garante que eles vão "escolher" uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além de levar em conta a possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.
Michelle A. Cretella, M.D.
Presidente da Associação Americana de Pediatras
Quentin Van Meter, M.D.
Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras
Endocrinologista Pediátrico
Paul McHugh, M.D.
Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital
Por Equipe Christo Nihil Praeponere
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