sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Samba-do-comunista-doido

Samba-do-comunista-doido

6 de novembro de 2017 - 19:25:23
A história do discurso comunista divide-se, “grosso modo”, em três fases: o internacionalismo proletário de Lênin, o terceiromundismo “anti-imperialista” de Stálin a Brejnev e o multiculturalismo globalista de maio de 1968 em diante. O primeiro desapareceu do cenário. O segundo sobrevive, no mundo, apenas como resíduo nostálgico. O terceiro fez da esquerda mundial a serva inconsciente ou não-declarada do capitalismo global, que a alimenta porque sabe que a extinção de todos os valores tradicionais e culturais consagrará a economia como único fator de coesão social, instaurando por toda parte a “sociedade administrada” dos seus sonhos. Só nesse sentido pode-se dizer que “o comunismo acabou”.
A esquerda brasileira ainda não assimilou totalmente a mudança, motivo pelo qual se confunde e se atrapalha toda, tentando lutar pelo multiculturalismo com a retórica do velho terceiromundismo: tenta destruir a soberania nacional com as armas e os pretextos do “anti-imperialismo” – o que faz dela essa figura grotesca que hoje conhecemos.
O manifesto da UFPB chega a afirmar que o capital imperialista financia a extrema-direita brasileira. Sabendo-se que “extrema-direita” quer dizer “Bolsonaro”, é impossível resistir à pergunta: como é possível alguém ter atingido aquele grau de alienação em que o sujeito não tem mais a menor idéia das bases econômicas da sua própria existência? Como pode alguém imaginar que os bancos internacionais, as Fundações Ford e Rockefeller, George Soros, Jeff Bezos e similares dão dinheiro ao Bolsonaro e não aos movimentos de esquerda? É, sem dúvida, o samba-do-comunista-doido.
*
Para todo esquerdista, sem exceção, é IMPOSSÍVEL raciocinar fora das premissas usuais da sua ideologia ou abandonar, mesmo por instantes, a pose de superioridade em que se abriga do discurso adversário. Sempre que um esquerdista faz um esforço sincero de compreender o adversário, acaba passando para o lado dele.

Lula – O rato que ruge (e ainda Bolsonaro)

25 de outubro de 2017 - 2:27:11
Conclui meu último artigo (“Bolsonaro, Lula e a mídia”), indagando: “E quanto ao Lula, o rato que ruge, réu condenado e arauto do PT, o partido dos trambiques?”
No histórico, Lula sempre foi um predador ágil, famélico, disseminador de pragas as mais diversas. Contudo,  basta observar, desde o desencadear da operação Lava-Jato, o velho guru das esquerdas tornou-se um rato irado e rabugento – o rato que ruge!
Por exemplo: em data recente, o perigoso chefão, diante da sede da Petrobras-Rio (que ele ajudou, como nenhum outro, a saquear), vociferou para orquestrados companheiros petistas: “O Lula não é o Lula. O Lula é uma idéia. O Lula é uma idéia assumida por milhões”.
Acertou na mosca! Hoje Lula configura – de fato e de direito – uma ideia letal: a ideia de que impôs a criminalidade sistemática como forma de governo. A humanidade conheceu inúmeras figuras representativas do Mal, entre elas, Átila, o Flagelo de Deus; Peter Kurten, o Vampiro de Dusseldorf ou Joseph Stalin, o Pai dos Povos. Mas o Lula, em circuito interno, tem luz própria: é o “cara” que afogou o País num imenso charco de corrupção, engodo e cinismo. Seus acólitos e esquerdopatas em geral vibram com tal performance.
No palanque que armou defronte à Petrobras, Lula, como de hábito, mentiu (sobretudo, para si próprio) adoidado. Possesso, rugiu em frenesi  sobre seus feitos no terreno da saúde, do emprego, educação e cultura. Finalizou garantindo que iria voltar à Presidência e estabelecer no País o reino da fortuna e da felicidade. Levou os presentes (uns dois mil terceirizados, se tanto) ao delírio.
O fato é que a Organização Mundial do Comércio (OMC), em data recente, detalhou em relatório que nos 13 anos da dupla Lula/Roussef, o Brasil cresceu menos que os países emergentes e até menos que as emperradas economias da América Latina. O crescimento nativo, em que pese a expansão mundial, foi pífio. No frigir dos ovos, manietados pela “nova matriz econômica” (inflação de dois dígitos mais juros exorbitantes), atingimos assustadores índices de desemprego, corrupção e muita violência – o que os gringos chamam de “tempestade perfeita”!
(Me ocorreu agora que Lula imita a rêmora, o peixe-piolho que parasita dia e noite nas costas da baleia, ao encravar suas ventosas insaciáveis na presa gigante – no caso, o Brasil).
No plano moral, Lula transcende o próprio conceito de imoralidade. Na sua vida pregressa, onde se apertar, sai pus. Irrefreável, segundo declarou, iniciou-se sexualmente entre cabras e galinhas. Já burro velho, na prisão do DOPS, segundo relato de César Benjamin (um dos fundadores do PT) publicado na Folha de S. Paulo, tentou violentar  o “garoto do MEP” (Movimento de Emancipação Proletária, dissidência do PCdoB) – sem resultados “satisfatórios”.
Na vida íntima do pai da socialização da gatunagem merece atenção o escândalo de Rosemery Noronha, chefe do gabinete da Presidência da República em S. Paulo, indiciada por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva. Mulher dispendiosa, Rose deitava e rolava em matéria de nepotismo, usufruto de mordomias, propinas e uso de cartões corporativos. A Polícia Federal, após  rastreamento, listou 13 viagens de Rose ao exterior, sempre ao lado do “amigo íntimo”, no aconchego da suíte presidencial do Aerolula – , sem registro de embarque, diga-se. (Reza o Código Penal que esses são casos típicos de prevaricação e abuso de poder).
Coisa notória, Lula se comporta como genuíno arauto da ignorância. Por exemplo: aprecia chamar  advogado de “adevogado”. Nunca foi a um teatro e se gaba de jamais ter aberto um livro – em que pese ser venerado pela chamada “classe intelectual”. No entanto, a bem da verdade,  frequentou por algum tempo cursilho político da Stasi, a KGB da Alemanha comunista, especializada em lavar cérebros de sindicalistas “promissores”.
Com efeito, amparado pela azeitada máquina ideológica composta por dezenas de Foros e milhares de ONGs, internacionalmente bem abastecidas, Lula e seus mentores representam uma grave ameaça ao que resta da cambaleante civilização brasileira.
Na prática, aparelhando o Estado e suas instituições com “ativistas da causa” empenhados em liquidar elementos e valores que formam as bases de sustentação da cultura tradicional, o chefão do PT e agentes da subversão querem estabelecer a hegemonia do caos e da destruição para impor, a partir de projeto do corcunda Antonio Gramsci, uma humanidade “voluntariamente servil”.
Neste caso, adeus conceitos de nação, pátria, família, cristianismo etc. Os ícones da grosseira  subversão são, hoje, a “ideologia de gênero”, a guerra racial, a Gaia (“Mãe-Terra”), o fascismo ecológico, o multiculturalismo (marxismo cultural) , enfim, a desestabilização revolucionária.
A nosso ver, o único ponto de inflexão desta guerra total desfechada pelos comunistas chama-se Jair Bolsonaro, quanto mais não seja para dar um chega pra lá no avanço totalitário vermelho. Bem, dirás, mas Bolsonaro não é o candidato ideal! E quem o é? O “rebelde a favor” Ciro Gomes, comunistóide várias vezes derrotado, reconhecido como o “língua de aluguel” do condenado Lula? Marina Silva, a Tigresa de Papel bengalinha dos magnatas do establishment ambientalista europeu? Alckmin, o insosso picolé de chuchu? João Dória, o falso direitista comedor de verbas culturais sacadas da fome da população indigente? Ora, faça-me o favor!
PS – Sobre a integridade do caráter de Bolsonaro trato no próximo artigo.

Ipojuca Pontes, cineasta, jornalista, e autor de livros como ‘A Era Lula‘, ‘Cultura e Desenvolvimento‘ e ‘Politicamente Corretíssimos’, é um dos mais antigos colunistas do Mídia Sem Máscara. Também é conferencista e foi secretário Nacional da Cultura.


AP/The Washington Post (EUA) – Brazil’s Globo suspends anchor for apparently racist comment

AP/The Washington Post (EUA) – Brazil’s Globo suspends anchor for apparently racist comment


SAO PAULO — Brazilian media giant Globo has suspended the anchor of one of its flagship news programs after a video circulated online in which he appears to make racist comments.
The video shot last year shows William Waack, in a Washington studio with a view of the White House behind him, about to go on the air when beeping is heard in the background. Waack expresses irritation at the noise and then seems to whisper to his guest that a black person is responsible.

Globo suspended Waack late Wednesday, hours before his late-night news show was set to air and after the video began circulating online. Another anchor presented the show, opening by saying that Globo is “viscerally against racism.” The anchor said that Waack said he doesn’t remember the incident but offered an apology to those who were offended. That same statement has been distributed by Globo’s many branches, which include broadcast and print media and a massive presence online.

The statement said that, while the audio is not clear, Waack made “comments, which everything indicates, were of a racist nature.” The company said it would start a conversation with Waack about the next steps on Thursday.

Brazil has a fraught racial legacy: It was the world’s largest slave market and also the last country in the Americas to abolish slavery. Today, more than half of Brazil’s population identifies as black or mixed race and widespread mixing has contributed to the myth of a color-blind society. Brazil is only just beginning to grapple with racism after decades in which talking about it was taboo.

The country’s searing inequality is racially tinged — with dark-skinned Brazilians more likely to be poor or suffer violence than their white counterparts — and people of color have only recently begun to gain access in significant numbers to areas that traditionally excluded them, like universities, prominent acting roles or senior political positions.

Waack, who is known for being outspoken, is a respected journalist who has worked for both print and broadcast media. He was a longtime foreign correspondent who covered the break-up of the Soviet Union in the 1990s and the first Gulf War.

El País (Espanha) – Reino Unido confirma que dejará la Unión Europea el 29 de marzo de 2019

El País (Espanha) – Reino Unido confirma que dejará la Unión Europea el 29 de marzo de 2019


May advierte que no tolerará ningún intento de bloquear el Brexit y dice que la fecha está fijada

PABLO GUIMÓN

La primera ministra británica, Theresa May, advierte hoy, en una articulo que firma en The Daily Telegraph, de que no tolerará ningún intento de “bloquear el deseo democrático del pueblo británico tratando de ralentizar o detener” el Brexit. El Gobierno presentó la noche del jueves una enmienda a la gran ley de salida de la UE, que se debatirá en el Parlamento la próxima semana, que insiste en que Reino Unido abandonará el club el 29 de marzo a las 23.00, al término del plazo de dos años que establece el artículo 50 del Tratado de Lisboa.

Al incluirla en una enmienda, en negro sobre blanco, el Gobierno forzará a los diputados más proeuropeos a expresar clara y públicamente si se oponen a la salida de la UE en la fecha establecida. La primera ministra, en su artículo en el diario conservador, advierte a los legisladores contra la tentación de utilizar la tramitación de la ley para entorpecer el proceso de salida. Se trata de un desafío directo a un grupo de diputados conservadores rebeldes, que estarían planeando alinearse con la oposición, durante la tramitación de la ley, para tratar de forzar un voto vinculante en el Parlamento sobre el acuerdo final que se alcance con los Veintisiete.

La enmienda supone también un intento de la primera ministra de reafirmar su propia autoridad, después de haberse visto obligada a forzar la dimisión de dos ministros de su Gabinete en tan solo una semana. El jueves, May cedió a la presión del sector más euroescéptico de su partido al nombrar a una mujer de sus filas, Penny Mourdant, para reemplazar al frente del ministerio de Desarrollo Internacional a Priti Patel, figura prominente de la campaña del Brexit, dimitida el miércoles tras desvelarse una serie de encuentros que mantuvo con oficiales israelíes.

Pero el desafío de May ha encontrado una oposición de una figura autorizada. Lord John Kerr, antiguo embajador británico ante la UE y responsable de la redacción del artículo 50 del Tratado de Lisboa, ha asegurado que Reino Unido podría dar marcha atrás en el Brexit, incluso si la fecha de la salida se incluye en la ley, como pretende la primera ministra. “En cualquier momento podemos cambiar de opinión si queremos, y si los hacemos sé que nuestros socios estarán muy contentos”, ha dicho en una entrevista radiofónica este viernes por la mañana. 


“Los partidarios del Brexit crean la impresión de que, por cómo está escrito el artículo 50, habiendo enviado la carta preceptiva el 29 de marzo de 2017, debemos abandonar la UE automáticamente el 29 de marzo de 2019 a más tardar. Eso no es cierto y es engañoso sugerirlo”, ha advertido, mientras los equipos negociadores se disponían a comenzar en Bruselas la segunda jornada de la última ronda de negociaciones antes de la cumbre de líderes europeos del mes próximo, crucial para el avance del proceso del Brexit.

Reuters (Reino Unido) – Peru's Congress passes law to target Odebrecht's partners

Reuters (Reino Unido) – Peru's Congress passes law to target Odebrecht's partners


LIMA (Reuters) - Peru’s opposition-ruled Congress voted 55-21 late on Thursday to pass legislation that expands a raft of new financial restrictions to the local partners of scandal-plagued Brazilian builder Odebrecht.

If signed by President Pedro Pablo Kuczynski, the law would deliver a fresh blow to Peru’s biggest construction group, Grana y Montero, just as the company’s shares have been climbing back from a sharp drop after partner Odebrecht admitted to a decade-long bribery scheme last year.

Supporters of the bill said Odebrecht’s partners might have had a hand in the graft and must be included in anti-corruption rules passed early this year that restrict the transfer of company assets abroad until civil reparations have been paid. The legislation would also seize companies’ “ill-gotten gains” made from government contracts.

Grana declined to comment on the legislation. The company has repeatedly denied knowing about or being involved in Odebrecht’s bribes and said last week that a 6-month internal probe it commissioned turned up no evidence of wrongdoing.

Lawmakers in Kuczynski’s party voted against the bill and his government will likely send it back to Congress saying it violates the presumption of innocence, a former deputy justice minister in Kuczynski’s government, Edgar Carpio, told Reuters.

The justice ministry did not immediately respond to requests for comment.

The bill taps growing impatience in Peru with criminal investigations related to Odebrecht that have yet to yield any convictions or broaden to target additional companies.

“It’s been a year and nothing,” opposition lawmaker Victor Andres Belaunde said. “We’re disappointed with the lack of courage of many who don’t want to confront corruption.”

Right-wing opposition party Popular Force, which dominates Congress, has slammed Kuczynski’s government and the attorney general’s office as soft on graft.

Opposition lawmakers have demanded Kuczynski face questioning in Congress about what he knew about Odebrecht’s bribes when he was part of the cabinet of former president Alejandro Toledo, whom prosecutors allege took $20 million from the company in exchange for lucrative highway contracts.

Grana partnered with Odebrecht on two of the highway contracts and a $5 billion natural gas pipeline project that was canceled this year as the bribery scandal unfolded.

Kuczynski has denied wrongdoing and has answered lawmakers’ questions about his knowledge of Odebrecht in writing, but he has said he would not do so in a congressional commission because it would be a “circus.”

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

El Mercurio (Chile) – Recuperación brasileña podría depender de candidato inexistente


Si se pregunta a la elite bancaria de São Paulo quién va a ganar la próxima elección presidencial brasileña, la respuesta será que sin duda alguien decidido a hacer reformas fiscales y privatizaciones. ¿Cuál es el único problema? Ese candidato aún no ha aparecido. Si bien no es una sorpresa que el sector financiero tenga ambiciosas esperanzas respecto del próximo jefe de Estado de Brasil, lo que se destaca esta vez es la confianza que parecen tener los banqueros no sólo en que en los próximos meses surgirá un candidato favorable a las empresas, sino también en que ganará la elección de octubre.

Si se equivocan, el mercado bursátil brasileño podría caer. En extensas conversaciones durante una semana a fines del mes pasado, todos los banqueros dijeron que los precios de los valores, que ahora están cerca de niveles récord, reflejan la perspectiva de que el país prolongará su recuperación el año próximo, lo que apoya la idea de un candidato de centroderecha que instrumente reformas que alienten la confianza de los inversores.

Pidieron que no se revelara su identidad en un país donde los altos ejecutivos suelen evitar hablar en público sobre dinero y política.

Ya sea que su optimismo resulte clarividente o ingenuo, hay algo que es seguro: 2018 se perfila como un punto de inflexión en la democracia de 30 años de Brasil. Han surgido candidatos de todos los sectores del espectro político que competirán en la elección del año próximo alentados por dos años de recesión y escándalo que derivaron en el juicio a la ex presidenta Dilma Rousseff y casi se llevaron también a su sucesor.

Si bien las opciones electorales pueden ser muchas, los banqueros dicen que sólo ven dos alternativas reales: ¿Los votantes seguirán apoyando las políticas izquierdistas de las últimas décadas que alimentaron un auge antes de derrumbarse en un enorme escándalo de corrupción y la peor recesión de que se tenga registro o se inclinarán a la derecha –no del todo, pero sí lo suficiente– para mantener el rumbo de reforma previsional, privatizaciones y cambios de regulación en un contexto de incipiente recuperación?

Los inversores que impulsan los bonos gubernamentales y las acciones locales parecen pensar que ya tienen la respuesta. Su entusiasmo ha contribuido a que el índice Ibovespa de referencia suba 21 por ciento este año, al tiempo que lleva a las compañías a emitir 3,5 veces más nuevas acciones que el año pasado. Las fusiones y adquisiciones han trepado 32 por ciento respecto de igual período de 2016, indican datos que reunió Bloomberg.

Reuters (Reino Unido) – U.S. military joins Brazil army exercises in Amazon

Anthony Boadle


U.S. military personnel are taking part this week in the largest international army operation ever held deep in the Amazon jungle of northern Brazil, in a sign of closer U.S.–Brazil defense ties.
Troops from Brazil, Colombia and Peru will set up a temporary military base in their tri–border region for a week–long logistics exercise in humanitarian assistance and disaster relief, Brazilian army officials said.

About 50 U.S. personnel will be present for the exercise, including 19 observers and 31 members of the Montana Air National Guard who will be based out of Manaus providing air transportation, a U.S. embassy statement said.

The United States will provide a Hercules C–130 transport plane to move personnel and equipment, the Brazilian army said.

The presence of U.S military personnel in Brazil's Amazon region underscored improving defense relations between the two most populous countries in the Western Hemisphere after more than a decade of distancing under leftist Brazilian governments.

In March, then–commander of the U.S. Army South, Major General Clarence K. K. Chinn visited military installations in the Amazon and was decorated in Brasilia. Bilateral agreements on defense cooperation and information security have taken effect recently after years of stalling in Brazil's Congress.

The Brazilian general in charge of the operation said he was "astounded" by criticism of the U.S. involvement in the exercise in a globalized world where Brazil maintains good relations with China, Russia and the United States.

"It's a senseless conspiracy theory raised by leftist parties," General Guilherme Theophilo Gaspar de Oliveira, the Brazilian Army's logistics commander, told reporters, as he praised deep U.S. experience and know how in disaster relief.

The Brazilian Army said it was the first time such a large military exercise has been held in the Amazon and would help prepare the armed forces of the three neighboring countries for a humanitarian crisis such as mass migration.

Brazil has kept a close eye on economic and political upheaval in neighboring Venezuela that could trigger such an exodus. More than 30,000 Venezuelans have already fled over the border into the northern Brazilian state of Roraima, according to federal police.

The Brazilian Army said Venezuela is one of the 19 countries sending observers for the so–called United America Operation.

Brazilian Defense Minister Raul Jungmann will attend the jungle exercises on the weekend and then fly to Washington for three days of talks with Pentagon officials, his press representative said.