quinta-feira, 9 de novembro de 2017

El Mercurio (Chile) – Recuperación brasileña podría depender de candidato inexistente


Si se pregunta a la elite bancaria de São Paulo quién va a ganar la próxima elección presidencial brasileña, la respuesta será que sin duda alguien decidido a hacer reformas fiscales y privatizaciones. ¿Cuál es el único problema? Ese candidato aún no ha aparecido. Si bien no es una sorpresa que el sector financiero tenga ambiciosas esperanzas respecto del próximo jefe de Estado de Brasil, lo que se destaca esta vez es la confianza que parecen tener los banqueros no sólo en que en los próximos meses surgirá un candidato favorable a las empresas, sino también en que ganará la elección de octubre.

Si se equivocan, el mercado bursátil brasileño podría caer. En extensas conversaciones durante una semana a fines del mes pasado, todos los banqueros dijeron que los precios de los valores, que ahora están cerca de niveles récord, reflejan la perspectiva de que el país prolongará su recuperación el año próximo, lo que apoya la idea de un candidato de centroderecha que instrumente reformas que alienten la confianza de los inversores.

Pidieron que no se revelara su identidad en un país donde los altos ejecutivos suelen evitar hablar en público sobre dinero y política.

Ya sea que su optimismo resulte clarividente o ingenuo, hay algo que es seguro: 2018 se perfila como un punto de inflexión en la democracia de 30 años de Brasil. Han surgido candidatos de todos los sectores del espectro político que competirán en la elección del año próximo alentados por dos años de recesión y escándalo que derivaron en el juicio a la ex presidenta Dilma Rousseff y casi se llevaron también a su sucesor.

Si bien las opciones electorales pueden ser muchas, los banqueros dicen que sólo ven dos alternativas reales: ¿Los votantes seguirán apoyando las políticas izquierdistas de las últimas décadas que alimentaron un auge antes de derrumbarse en un enorme escándalo de corrupción y la peor recesión de que se tenga registro o se inclinarán a la derecha –no del todo, pero sí lo suficiente– para mantener el rumbo de reforma previsional, privatizaciones y cambios de regulación en un contexto de incipiente recuperación?

Los inversores que impulsan los bonos gubernamentales y las acciones locales parecen pensar que ya tienen la respuesta. Su entusiasmo ha contribuido a que el índice Ibovespa de referencia suba 21 por ciento este año, al tiempo que lleva a las compañías a emitir 3,5 veces más nuevas acciones que el año pasado. Las fusiones y adquisiciones han trepado 32 por ciento respecto de igual período de 2016, indican datos que reunió Bloomberg.

Reuters (Reino Unido) – U.S. military joins Brazil army exercises in Amazon

Anthony Boadle


U.S. military personnel are taking part this week in the largest international army operation ever held deep in the Amazon jungle of northern Brazil, in a sign of closer U.S.–Brazil defense ties.
Troops from Brazil, Colombia and Peru will set up a temporary military base in their tri–border region for a week–long logistics exercise in humanitarian assistance and disaster relief, Brazilian army officials said.

About 50 U.S. personnel will be present for the exercise, including 19 observers and 31 members of the Montana Air National Guard who will be based out of Manaus providing air transportation, a U.S. embassy statement said.

The United States will provide a Hercules C–130 transport plane to move personnel and equipment, the Brazilian army said.

The presence of U.S military personnel in Brazil's Amazon region underscored improving defense relations between the two most populous countries in the Western Hemisphere after more than a decade of distancing under leftist Brazilian governments.

In March, then–commander of the U.S. Army South, Major General Clarence K. K. Chinn visited military installations in the Amazon and was decorated in Brasilia. Bilateral agreements on defense cooperation and information security have taken effect recently after years of stalling in Brazil's Congress.

The Brazilian general in charge of the operation said he was "astounded" by criticism of the U.S. involvement in the exercise in a globalized world where Brazil maintains good relations with China, Russia and the United States.

"It's a senseless conspiracy theory raised by leftist parties," General Guilherme Theophilo Gaspar de Oliveira, the Brazilian Army's logistics commander, told reporters, as he praised deep U.S. experience and know how in disaster relief.

The Brazilian Army said it was the first time such a large military exercise has been held in the Amazon and would help prepare the armed forces of the three neighboring countries for a humanitarian crisis such as mass migration.

Brazil has kept a close eye on economic and political upheaval in neighboring Venezuela that could trigger such an exodus. More than 30,000 Venezuelans have already fled over the border into the northern Brazilian state of Roraima, according to federal police.

The Brazilian Army said Venezuela is one of the 19 countries sending observers for the so–called United America Operation.

Brazilian Defense Minister Raul Jungmann will attend the jungle exercises on the weekend and then fly to Washington for three days of talks with Pentagon officials, his press representative said.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Torquato tem que dar nome aos bandidos

Posted: 02 Nov 2017 06:05 AM PDT

    
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Torquato Jardim se transformou em um dos maiores cabos eleitorais da candidatura presidencial de Jair Bolsonaro. O sincericídio do Ministro da Justiça reforçou a tese de que o Crime Institucionalizado precisa ser banido do Brasil, justamente porque roubalheira e a violência são promovidas por agentes estatais que deveriam garantir a Segurança e impedir a impunidade. O momento brasileiro exige tolerância zero com a corrupção generalizada e sistêmica.

Depois que promoveu uma completa desmoralização retórica do governo do Estado do Rio de Janeiro, Torquato tem o dever moral e funcional de dar nomes aos bandidos a quem tem feito, insistentemente, referência. Além de ajudar a legitimar o discurso do Bolsonaro, Torquato ainda corre o risco de incorrer em crime ao não revelar tudo que sabe sobre os corruptos fluminenses. Se ele fala com tanta propriedade, é que porque a Polícia Federal, sua subordinada, lhe contou. Torquato tem que denunciar tudo ao Ministério Público e cobrar que o judiciário puna os canalhas.  

Lamentavelmente, parece que o ministro da Justiça não está contando tudo que sabe. A importância e dever funcional de seu cargo não permitem, legalmente, que cometa o crime de omissão. É inaceitável que ele continue fazendo críticas genéricas, sem apontar o dedo para os bandidos na máquina publicado desgoverno do Estado do Rio de Janeiro. O ministro desafia as autoridades fluminenses a provarem que ele está errado sobre as conexões entre comandantes da Polícia Militar e (o que ele chama, incorretamente) de “Crime Organizado” (na verdade o narcotráfico, agora comandado também por milícias chefiadas por policiais).

A desculpa de Torquato Jardim em uma entrevista ao jornal O Globo é esfarrapada: “Não é questão de apontar nomes. Isso é secundário. No mapa eleitoral do Rio de Janeiro, você tem cerca de 840 zonas mais perigosas onde moram um milhão de cariocas. Pelos dados oficiais, você sabe quem são os mais bem votados. E isto está sendo estudado pelo TSE, com a participação do Ministério da Justiça, do Gabinete de Segurança Institucional, da Defesa, da Agência Brasileira de Inteligência e da Polícia Federal”.

Resumindo: Não é só Torquato quem deve esplicações. Outras autoridades por ele citadas também não podem ficar em silêncio ou, pior ainda, não agirem com eficácia e prontidão contra o Crime Institucionalizado. Se Torquato continuar causando tanta confusão, terminará colaborando para eleger Jair Bolsonaro no primeiro turno. Será que o chefe dele, Michel Temer, está querendo isto?

Quarteto condenável

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Geraldo, filie-se logo ao PT ou pare de seguir a agenda petista

 Geraldo, filie-se logo ao PT ou pare de seguir a agenda petista

Geraldo gozado pela petelândia

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Caíque Mafra

O governador Geraldo Alckmin, em evento da patética tendência interna petista/tucana “Esquerda pra Valer” chamou atenção da imprensa por suas declarações populistas e desastrosas durante sua apresentação. O governador do Estado de São Paulo fez uma infeliz explanação sobre a importância de uma alternativa para o liberalismo, na sua visão, "a social democracia, pois sem a presença do Estado na economia, o grande pisaria no pequeno” (sic).

Esse discurso focado na santificação do Estado para salvar o pobre do capitalismo, foi exatamente o que elegeu Lula e Dilma no Brasil, e ludibriou e massacrou milhões mundo afora.

Semanas antes, Alckmin dizia que Lula foi de “extrema direita” pois “teve os juros mais altos da história”. Isto significa que: ou nada sabe sobre política ou simplesmente inverte o sentido daquilo que é flagrante a olhos vistos, considerando que terá mais prestígio se projetando como “esquerda democrática” em oposição ao facínora de “extra-direita do PT”.

Na primeira hipótese, Alckmin não teria capacitação de ser candidato à presidência, pois acredita que ser de liberal ou conservador é ser anti-pobre, a favor da desigualdade e da miséria material, e que portanto, a solução é seguir o ideário social e econômico do PT.

Na segunda hipótese, Alckmin também não teria capacidade de ser candidato à presidência, pois, caso sua guinada recente à esquerda seja estratégica para agradar um certo segmento da população, então seria uma 'bola de neve'.

Tendo que, em seguida, ofertar cargos, ministérios, verbas, enfim, seguir a agenda de esquerda e aparelhar o Estado com os mesmos esquerdistas que quebraram o Brasil na Era PT. Em suma, entregaria a estrutura administrativa inteira aos comunistas e manteria o cargo simbólico da presidência, satisfeito por não desagradar essa parcela tão pequena porém barulhenta da sociedade.

Esse exercício de tentar inferir o motivação de Geraldo Alckmin com suas declarações esdrúxulas é difícil, mas todos os caminhos convergem em um cenário ideal para o petismo. Querer vencer o PT como “real candidato de esquerda” ou não ser esquerdista, porém abaixar a cabeça para os vermelhos, de qualquer forma não é o que o brasileiro deseja para 2018.

Geraldo Alckmin, com esta postura, seria trivial sua filiação ao Partido dos Trabalhadores e ser alternativa petista para 2018, pois você tem se mostrado exatamente igual a Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Nos ajude a lutar contra o Socialismo Fabiano e junte-se a nós www.liberdadetucana.org

Caíque Mafra é membro do movimento Liberdade Tucana – www.liberdadetucana.org



Lula e Bolsonaro assustam Dória esfarinhado


Posted: 01 Nov 2017 02:20 AM PDT


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Nada melhor do que aproveitar quem tem uma leitura real da marketagem para entender os grandes temores políticos por trás do fla-flu eleitoreiro de 2018. Depois de sua popularidade derreter feito “Doriana” (uma margarina famosa no passado, porém tirada de circulação), o prefeito-marketeiro de São Paulo, João Dória, que tem acesso a pesquisas exclusivas que não dão divulgadas ao eleitorado, sinalizou que os dois nomes fortes e consolidados para a sucessão temerária são Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro.

Durante o almoço com menos de 150 empresários da Firjan (no Rio de Janeiro detonado pela corrupção e violência), Dória defendeu a necessidade urgente de formação de uma ampla frente de partidos que orbitam o governo de Michel Temer para impedir a vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC). Dória exalou o temor ideológico de tucanos que, dificilmente, têm viabilidade eleitoral para suceder o “parceiro” Temer.

Dória deixou isto implícito ao pregar sua recomposição política com seu padrinho político Geraldo Alckmin – que tem o domínio da máquina do PSDB para ser indicado candidato ao Palácio do Planalto. Dória avisou que não há hipótese de separação entre ele e Geraldo: "Se não estivermos unidos quem ganhará será um extremista de esquerda ou de direita. Precisamos de tolerância, humildade. Lula e Bolsonaro estão fortalecidos, sim, e bem fortalecidos. Os extremos se tocam. Os extremos destroem".

Além de Lula e Bolsonaro, João Dória também detonou uma outra “ameaçadora” candidatura que, se o poder político e econômico globalitário (sem trocadilho infame) desejar, pode até se viabilizar. Dória classificou de “inoportuna” a eventual candidatura do apresentador dda Rede Gllobo, Luciano Huck, cortejado pelo DEM e PPS: "Respeito e gosto do Luciano, além do que é amigo pessoal. Mas não creio que seja a opção aglutinadora. Se não tiver força partidária, de várias legendas para ter tempo de TV, não vai ganhar essa eleição, não vai construir candidatura sólida e vencedora, é preciso ter atenção e até humildade".

Atacada pela petelândia midiática e pelo “fogo amigo” tucano, a candidatura de João Dória virou “farinata”. Ontem, Dória deixou claro que já jogou a toalha em relação à ambição de disputar o Palácio do Planalto em 2018. O Prefeito-marketeiro admitiu que é melhor "dar dois passos para trás, para dar três em seguida". Na verdade, o prefeito da maior cidade do País foi vítima do próprio excesso de marketagem. Agora, terá de se esforçar muito para provar ser real aquele imagem de “bom gestor” construída na campanha contra o petista Fernando Haddad.

O mais assustador da campanha antecipada de 2018 é a falta de propostas concretas para solucionar tanto problema brasileiro – que persiste a cada eleição. Os desmoralizados políticos fogem de debates sérios. O objetivo imediato deles é apenas manter o sistema funcionando do mesmo jeitinho, apenas com enganadoras variações para iludir o eleitorado que se comporta irracionalmente, como torcedor de futebol.

Não adianta maquiagem, nem marketagem. A única saída para o Brasil é uma mudança estrutural na máquina estatal, a partir de uma inédita Intervenção Constitucional. O drama é que só o povo tem legitimidade para realizar tal processo, conforme previsto no começo da nossa autoritária e confusa Constituição em vigor.

A tragédia é que o povo idiotizado é reacionário. Embora cada vez mais descontente com tudo e com todos, ainda não ter certeza se deseja mudanças efetivas, ou se prefere apostar na escolha de um “salvador da pátria” que melhore uma máquina estatal essencialmente canalha.

Bela é a Marcela. A coisa segue muito feia e temerária em Bruzundanga. Se cairmos no conto do vigário eleitoral, o que está ruim ficará apenas pior... O latrocínio político seguirá dizimando os brasileiros... 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

A silenciosa conquista islâmica da Espanha

terça-feira, 10 de outubro de 2017

A silenciosa conquista islâmica da Espanha


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

O texto abaixo foi escrito por Giulio Meotti , em  8 de Outubro de 2017

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"Expulsos há cinco séculos pelos cruzados cristãos, os árabes estão de volta à Espanha, usando seus petrodólares para comprar terras que foram tomadas de seus antepassados pela espada". — James M. Markham, The New York Times, 1981.
O diário madrilenho ABC ressaltou que 800 mesquitas na Espanha estão fora de controle. O diário espanhol La Razon acusou os doadores do Golfo, como o Qatar, de serem a origem da islamização da Espanha. Os sauditas também lançaram um novo canal de televisão espanhol, Córdoba TV, seguidos pelo Irã com outro canal.

Eles sonham e trabalham para recuperar o "califado perdido" da Espanha. Alguns islamistas o fazem com bombas e atropelamentos. Outros, mais discretamente, o fazem com dinheiro e dawa, divulgação do Islã. A segunda maneira pode ser ainda mais eficiente do que a primeira.

O Xeque Tamim bin Hamad al Thani, do Qatar, quis comprar a Arena de Barcelona La Monumental, de quase 20 mil lugares, para transformá-la na maior mesquita da Europa. (Imagem: Sergi Larripa/Wikimedia Commons)
     
A cerimônia realizada em 2003 foi anunciada com manchetes bombásticas: "após uma demora de mais de 500 anos, os muçulmanos espanhóis finalmente conseguiram construir sua própria mesquita à sombra de Alhambra, outrora símbolo do poder islâmico na Europa". Uma equipe da Al Jazeera foi enviada para fazer a cobertura do evento: um muezim (encarregado que chama os muçulmanos às orações do alto dos minaretes) subiu ao alto do minarete da Grande Mesquita de Granada para chamar os fiéis para a oração pela primeira vez em cinco séculos.

De Osama bin Laden ao autoproclamado califa Abu Bakr Al Baghdadi, todos os líderes da jihad global - incluindo a célula terrorista que matou 17 pessoas em Barcelona - mencionaram a Espanha no contexto dos territórios a serem conquistados pelo Islã. Há, no entanto, outras formas de conquista além da jihad. Há também "a conquista silenciosa", assim chamada pela revista francesa Valeurs Actuelles.

A conquista silenciosa é uma investida sinuosa para reislamizar a Espanha por meio de centros culturais, megamesquitas, proselitismo, conversões e investimentos financeiros. Este expediente pacífico de evocar a submissão está em andamento já faz algum tempo, sendo apoiado por uma enxurrada de dinheiro de países como o Qatar e a Arábia Saudita. Segundo o ex-comandante das forças britânicas no Iraque, General Jonathan Shaw, esses dois países em particular ativaram uma "bomba-relógio" ao financiarem a disseminação global do islamismo radical.

O New York Times salientou pela primeira vez em 1981: "expulsos há cinco séculos pelos cruzados cristãos, os árabes estão de volta à Espanha, usando seus petrodólares para comprar terras que foram tomadas de seus antepassados pela espada". A Espanha naquela época não tinha sequer reconhecido o Estado de Israel e a monarquia espanhola visitava corriqueiramente o Príncipe Fahd da Arábia Saudita quando ele tirava férias no sul da Espanha. Depois foi a vez do Kuwait: "no final da década de 1980, quando a Espanha estava em plena ascensão, o Kuwait veio investir e adquirir empresas".

Desde então, as monarquias árabes tiveram como alvo a Espanha para grandes investimentos. Alguns edifícios emblemáticos de Madrid e Barcelona, isso sem falar da Costa del Sol, já são de propriedade de grupos de investimentos árabes, do Estádio Santiago Bernabeu em Madri à cadeia de hotéis de luxo W Hotel de Barcelona.

Em Marbella, a poucos metros da Mesquita do Rei Fahd, encontra-se o Alanda Hotel, que oferece alimentos e serviços halal para atender as demandas dos clientes muçulmanos. Em 2011, a International Petroleum Investment Company, controlada pelo Emirado de Abu Dabi, comprou a Cepsa, segunda maior empresa petrolífera da Espanha.

Em janeiro último o Rei Felipe VI da Espanha visitou a Arábia Saudita anunciando que a Espanha irá incrementar as relações econômicas, comerciais e de investimento com o reino islâmico. Antes disso, em 2012, a Saudi Aramco deu preferência a projetos de empresas espanholas no valor de US$700 milhões. A Espanha e o Qatar estão negociando a formação de um Fundo de investimento conjunto no valor de US$1 bilhão que possibilitará o país do Golfo a investir na América Latina.

A mídia dos Emirados Árabes chamou a Espanha de "um país promissor para o investimento do mundo árabe". Depois do Qatar, foi a vez de Omã investir no mercado espanhol: Omã acaba de acordar investimentos de até US$120 milhões em uma mina de urânio na Espanha, para ser usada em usinas de energia nuclear de Omã.

Demograficamente os muçulmanos estão testemunhando um aumento surpreendente de sua população na Espanha. Em 1990 os muçulmanos totalizavam 100 mil habitantes no país. Em 2010 o número saltou para 1,5 milhão. Em 2017 está perto de dois milhões. É um crescimento de 1.900% em 27 anos.

Já há 1.400 mesquitas na Espanha. De acordo com o Observatório de Pluralismo Religioso da Espanha (uma iniciativa do Ministério da Justiça), "esse número representa 21% de todos os lugares de culto de todas as religiões presentes na Espanha".

O financiador mais prolífico de mesquitas na Espanha é a Arábia Saudita. Em 1985, usando apenas recursos próprios, o reino saudita abriu o Centro Cultural Islâmico em Madri, a maior mesquita da Europa, seguida pelo Centro Islâmico de Málaga, que os sauditas financiaram com 22 milhões de euros (hoje a região circunvizinha de Madri conta com 112 mesquitas e centros culturais islâmicos). Conforme Soeren Kern do Gatestone Institute salientou: os sauditas construíram mesquitas em tudo quanto é canto, de Marbella à Fuengirola.

Inescrupulosos governos islâmicos, como o Irã, também conseguiram se infiltrar em partidos políticos espanhóis. De acordo com uma investigação, Teerã doou dinheiro ao Podemos, partido de esquerda que surgiu como uma nova força no cenário político espanhol.

O diário madrilenho ABC ressaltou que 800 mesquitas na Espanha estão fora de controle. O diário espanhol La Razon acusou os doadores do Golfo, como o Qatar, de serem a origem da islamização da Espanha. Os sauditas também lançaram um novo canal de televisão espanhol, Córdoba TV, seguidos pelo Irã com outro canal.

Os detalhes dessa proliferação religiosa são abordados no livro A Espanha de Alá de Ignacio Cembrero. Apesar do número de igrejas católicas na Espanha não ter sofrido muita variação durante muitos anos, as mesquitas muçulmanas têm crescido a uma velocidade de 20% ao ano.

O Xeque Tamim bin Hamad al Thani, do Qatar, também quis comprar a Arena de Barcelona La Monumental para transformá-la na maior mesquita da Europa. Os Emirados Árabes Unidos financiaram a construção da Grande Mesquita de Granada.  

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

A legítima Intervenção contra os Donos do Poder

sábado, 7 de outubro de 2017


A legítima Intervenção contra os Donos do Poder


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Dez anos atrás, quem cogitava sobre a possibilidade de Intervenção (Militar, Constitucional, Institucional ou Civil) era chamado de “maluco” ou “golpista”. A crise estrutural do Estado-Ladrão brasileiro se agravou tanto que, atualmente, o assunto apavora 11 entre 10 investidores no mercado financeiro e assusta 13 entre 13 políticos corruptos. A instabilidade política tende a aumentar, mesmo que a economia ensaie mais um habitual vôo de galinha.

A Intervenção, não importa de qual formato e modalidade, é inevitável. Não existe outro remédio democrático para impedir a hegemonia criminosa que alimenta a guerra de todos contra todos os poderes. O caos se agrava graças a uma Constituição “interventora” que permite conflitantes e diferentes interpretações. A Carta de 1988 se desmoralizou. Precisa ser substituída por uma nova - mais liberal, enxuta e definidora de princípios. É nisso que a sociedade brasileira tem obrigação de focar sua atenção.

O Brasil tem que mudar. A irresponsabilidade da esquerda – em sua versão social-democrata tucana ou comunistóide petralha, em parceria com os cínicos governistas do PMDB, PP e DEM – escancarou para todo mundo e desmoralizou o regime Capimunista e Interventor do Estado-Ladrão. O aspecto ruim é o estrago material e cultural que o Crime Institucionalizado causou. O lado “bom” é que o caos consolidou na maioria das pessoas a vontade por mudanças urgentes. Daí a popularidade da tese da “intervenção”.

Bandidos profissionais e analistas ideológicos amadores se borram com a ideia da “Intervenção Militar”. Eles aproveitam a falsa noção de “ditadura militar” – consolidada pela mídia e por ideólogos de canhota no imaginário dos brasileiros – para dar faniquitos. Os militares não querem e não darão golpe. Mas os Generais não aceitam mais a evolução da anarquia e da corrupção. Por isso, porta-vozes credenciados, como o General Mourão, o General Pujol, e o General Villas-Bôas mandam recados democráticos ao Judiciário – que as bichonas amedrontadas interpretam como “ameaça de golpe”.

Em recente artigo no Estadão, o General de Divisão na reserva, Luiz Eduardo da Rocha Paiva, rompeu, claramente, com todos os mitos acerca da natureza do intervencionismo: “A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical, todos investindo constantemente na divisão da sociedade”.

Rocha Paiva acrescenta: “Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade, assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem”.

Vale repetir por 13 x 13: A Intervenção é inevitável, inadiável e imprescindível. Não tenham dúvidas de que a Intervenção Constitucional acontecerá no momento exato em que as pré-condições estiverem consolidadas ou se a violência e a insegurança criminosas saírem do controle.

A revolta individual do brasileiro é contra o Estado-Ladrão. A máquina estatal fascista, nos municípios, nos estados e na União, é a inimiga de todos. É esta máquina que já promove uma “Intervenção Criminosa”. A sociedade já reage para impor a legítima Intervenção Constitucional. Os donos do poder que se preparem, porque vão sentir a ira popular.

E não adianta tentar censurar o povo, como tentou aquele deputado que serviu de laranja para a fascistagem... A verdade se impõe...


Prisioneiro dos próprios erros



Terça gorda



3 x 3



Baiano sem despacho



Cada um tem o presidente que merece